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15.12.03

Novas Mitologias do Mundo
Um mito foi apanhado com umas longas barbas e uma mala cheia de dólares! Pelos dentes não se safou - não era nenhum dos sósias! Mas será que os dados de ADN que os americanos tinham não seriam de sósias? Esperemos que não!
Apesar de parecer o Pai Natal, de certeza que muitos passarão a quadra mais descansados. E depois dos Reis logo se falará do julgamento. A esta distância, mesmos os grandes ditadores, facínoras e assassinos parecem avozinhos indefesos. É tudo uma questão de marketing. Não me posso deixar enganar!
Mitos Online:

10.12.03

Novas Mitologias do Mundo
FÁCIL DE DAR, DIFÍCIL RECEBER
Em Época de Natal comprar presentes é um dado adquirido que acaba por ser consumado. Mais ou menos, consoante as bolsas e a vontade de dar, vão se fazendo as compras para pôr no sapatinho.
Há pessoas que têm o condão, ou a estupidez de gostar mais de dar do que receber. E isso levanta algumas questões:
Será mais fácil dar do que receber?
O acto de dar encerra alguma presunção ou ânsia de poder?
Por que receber pode ser considerado incómodo?
E o que está por trás disso? Uma inacessibilidade de aproximação? Uma recusa disfarçada com medo de abrir o coração aos outros? De nos desvendar-nos?
Gostaria que pensassem no assunto! Não custa nada! É só darem-se um bocadinho...
Mitos Online:

9.12.03

Novas Mitologias do Mundo
DOS ESPELHOS
Nunca dizem a verdade. São, portanto, mentirosos. A imagem que nos é devolvida é invertida, distorcida. E não falo da Casa dos Espelhos na Feira Popular. Os nossos espelhos podem ser de aumentar, de estreitar, foscos. Não há espelhos iguais. E a imagem lá reflectida não é a nossa imagem real. Os que gostam muito de se ver ao espelho não gostam da imagem que vêem. Tentam todas as poses para se verem mais bonitos, mais fortes, menos gordos, mais altivos e poderosos. Os que nem por isso olham muito no espelho não desgostam da imagem devolvida. Sabem que essa não é, de todo, a imagem real, a imagem que os outros têm de nós, a imagem que os outros vêem em nós. E nem a conjugação estratégica de diversos espelhos consegue acalmar essa mentira. Nunca ninguém tem a sua imagem real num espelho. Nunca ninguém é verdadeiro porque os espelhos mentem muito. Encerram mistérios infindáveis e nem é preciso passar para o outro lado do espelho como a Alice.
Eu prefiro, sem sombras, os espelhos mágicos.
Mitos Online:

6.12.03

Novas Mitologias do Mundo
A água cai do céu, vertendo lágrimas grandes e roliças, fazendo correr rios que nunca mais acabam.
Mas o sol aquece-se em mim!
Mitos Online:

4.12.03

Novas Mitologias do Mundo

Velhos Mitos
LA PACHA MAMA


Para los Quichuas, Madre tierra, deidad máxima de los cerreros peruanos, bolivianos, y del nordeste Argentino. Adán Quiroga acota que Pacha es universo, mundo, tiempo, lugar, mientras que Mama es madre. La Pacha Mama, agrega, es un dios femenino, que produce, que engendra. Su morada está en el Carro Blanco (Nevado de Cachi), y se cuenta que en la cumbre hay un lago que rodea a una isla. Esta isla es habitada por un toro de astas doradas que al bramar emite por la boca nubes de tormenta.

Según Rigoberto Paredes el mito de la Pacha Mama debió referirse primitivamente al tiempo, tal vez vinculado en alguna forma con la tierra: el tiempo que cura los dolores, el tiempo que distribuye las estaciones, fecunda la tierra. Pacha significa tiempo en lenguaje kolla, pero con el transcurso de los años, las adulteraciones de la lengua, y el predominio de otras razas, finalizó confundiéndose con la tierra.

Alfredo Moffat, agrega que "Respecto a las teorías explicativas de la naturaleza y de las religiones nativas, la técnica metabolizadora del sistema de poder ha re-formulado la metafísica originaria de nuestras poblaciones nativas; la Iglesia Católica ha ido llenando en nuevos moldes católicos y europeos las antiquísimas estructuras míticas de nuestro pueblo no-europeo. Un ejemplo típico de este re-moldeo de mitos lo constituyen las fiestas anuales de celebración de la Virgen María en Salta y Jujuy, donde, pese a la imagen de la virgen y al sacerdote que guia la columna, la ceremonia corresponde más a los rituales indígenas de la Pacha Mama que a la europea Virgen María, pues el consumo de coca y alcohol, el regar con aguardiente y el enterrar ofrendas de comida alrededor de la imagen, corresponde al culto pagano-indígena de la Pacha Mama y no al ritual cristiano-europeo de la Virgen que no tiene relación con las ceremonias de fecundidad de la tierra, y mas bien niega toda idea de fertilidad, pues consagra a la virginidad como propuesta. Propuesta que, por otra parte no tiene sentido en la cultura quechua, que por el contrario, tiene instituciones pre-matrimoniales como el "irpa-Sirse" (casamiento de prueba) que anulan el valor de la virginidad. Esta está evidentemente relacionada con el concepto de propiedad privada, que no existe tampoco en las organizaciones comunitarias indígenas, verdaderas cooperativas de trabajo."

El primero de agosto es el día de la PACHAMAMA. Ese día se entierra en un lugar cerca de la casa una olla de barro con comida cocida. También se pone coca, YICTA, alcohol, vino, cigarros y chicha para carar (alimentar) a la Pachamama. Ese mismo día hay que ponerse unos cordones de hilo blanco y negro, confeccionados con lana de llama hilando hacia la izquierda. Estos cordones se atan en los tobillos, las muñecas y el cuello, para evitar el castigo de la Pachamama. (Extraído del relato de un pastor colla de Yaví, Jujuy. En: Vidal de Battini, Berta)


in Diccionario de Mitos y Leyendas
Mitos Online:

3.12.03

Novas Mitologias do Mundo

Quem te disse que o mundo estava às tuas costas? E que terias de ser tu a carregá-lo para todo o sempre?
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
Qual é o colo onde choras, onde ris, onde exaltas uma vitória?
Mitos Online:

2.12.03

Novas Mitologias do Mundo
Tenho uma planta da felicidade.
Teve umas folhas um pouco amarelas mas agora cresceu, está verdinha e viçosa. Dizem que é verdade. Eu quase que acredito.
Mitos Online:

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