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29.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Talvez não devesse mas apetece-me. Ainda segundo o tema "O que falta à blogosfera" discutido em diversos blogues, apetece-me falar de três (não os quero linkar para não lhes dar ainda mais importância!) que são uma pura imitação burlesca e idiota de outros blogues. Não conheço os autores de uns nem de outros mas parece-me uma pura perda de tempo e de talento estar a imitar blogues - e com tão falta de imaginação - que ainda, e bem, não acusaram a chacota. Será que isto também faz falta à blogosfera? O talento e neste caso a escrita, como essência, não deveriam ser canalizados de forma mais produtiva? Haja senso!
Mitos Online:

28.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Não devia ser difícil. Escrevo desde que me conheço como gente.
Ó problema não é escrever aqui. É escrever em qualquer lado. É ESCREVER. Cada palavra, desenhada em fundo branco - não adianta, já escrevi em cima de outras cores! - é um tormento. Um suplício. Uma dor. Espero encontrar um lenitivo para esta dor. Talvez escrever. Dantes servia!
Mitos Online:

27.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Continuo a não ser, nem a querer, ser, ter sido ou vir a ser um blogue de referência. Contudo quero fazer referência a dois aspectos que considero importantes:
- Estou a deixar de fumar; não sei se vou deixar de fumar mas fumo muito menos, cerca de cinco cigarros por dia. Sinto-me melhor.
- No próximo fim de semana é altura de ajudarem o Banco Alimentar contra a Fome. Não custa muito, mesmo que custe um pouco e o bem que se faz não se contabiliza.
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
A CULPA
É uma palavra forte e um pouco assustadora. Para ser alvo de objecto de estudo. A interiorizar.
Mitos Online:

26.11.03

Novas Mitologias do Mundo

NO BAR
- Daniel, é um garoto para o meu marido, se faz favor!

Ainda há quem diga coisas destas! Já agora, alguém sabe donde veio esta palavra para designar leite com café numa chávena pequena?

Mitos Online:

24.11.03

Novas Mitologias do Mundo

NO BAR
Há pessoas que vivem assim, cheias de nós na cabeça. Não fazem nada e vão deixando andar até que a cabeça, ela toda, se transforma num enorme nó.
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
Há ausências porque têm que ser. Sem grandes explicações. Aliás, sem explicações.
Mitos Online:

11.11.03

Novas Mitologias do Mundo
A Maria já nasceu! Bem-hajam os bebés cor de rosa, a mãe, o pai e o irmão!
Mitos Online:

8.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Há o siêncio que vem lá de fora.
Há o silêncio pairante na casa.
Há o silêncio dentro de mim.
Há saudades de outros silêncios em que não me ouvia.

Mitos Online:

7.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Apesar de várias contestações, descobri que o que me dá grande gozo, neste blogue, é escrever todos os disparates que me assaltam a cabeça. É mesmo!
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
Uma amiga contou-me…

Depois de algum tempo sem empregada doméstica resolveu pôr um anúncio no jornal.
Só descobriu que o anúncio tinha saído porque nessa manhã o telefone tocou às 8h, ainda o sol brilhava ténue, e uma voz estrangeira fez-se ouvir.
Sim, era ela que procurava uma empregada! Combinou, ainda a dormir, uma entrevista com a interessada, nessa mesma manhã.

Esse telefonema foi o primeiro de umas quatro dezenas deles nesse dia. É verdade. Todas queriam ir trabalhar lá para casa. Ainda a dormir, a minha amiga delineou uma estratégia: esse dia seria dedicado a entrevistas às candidatas.

Rapidamente estruturou um nível de parâmetros e começou a ouvir as candidatas.
Todas sabiam cozinhar. Todas gostavam de crianças. Todas eram ucranianas. Todas falavam português. Todas tinham bom aspecto. Todas gostavam das condições. Todas diziam ser organizadas e arrumadas. Todas pareciam prestáveis e interessadas. Todas precisavam de contrato. Todas precisavam do emprego. Uma era médica, outra engenheira atómica, outra contabilista, técnica de gás, cozinheira, professora, parteira…

A minha amiga depois do 10º telefonema respondia que já estava servida. Ao 44º desligou o telefone.
E a empregada? E se cometesse uma injustiça? E se se enganasse? Escolher quem? Segundo os parâmetros inicialmente pensados, não valia a pena, pois todas preenchiam, à partida, os requisitos.
Então teve uma ideia: escolher a que tinha menos dentes de ouro!
A empregada está só à experiência!


Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
A saga some e segue
Mal tinha acabado de editar o último post e as reacções choveram! Que denotava "tendências fascistas", que era "um tema demasiado fútil" etc, etc.
Preciso explicar. O texto seguirá dentro de momentos! Afazeres domésticos CHAMAM-ME!
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
A vida sem empregada doméstica é para alguns um inferno. Passar a ferro, arrumar, limpar o pó, aspirar... e tudo aquilo que as boas/bons donas/donos fadas/duendes do lar adoram fazer e outras/os nem tanto porque não nasceram para isso, não têm paciência e outros motivos ainda mais válidos.
Ter empregada doméstica também pode ser um "inferno"!
Oh!Oh! Já estou a ver tantos dedos no ar, tantas exclamações de concordância sobre os maus e infelizes momentos que muitos de vós já viveram nas garras de algumas bruxas que se fizeram passar por fadas do lar e o viraram todo do avesso, deitaram fora os papéis espalhados no chão da vossa secretária ( aquele trabalho pronto e impresso para entregar sem falta no final do prazo e que um vírus apagou definitivamente do computador! Hèlas!!), a camisola mais querida de estimação lavada com os panos de cozinha (com lixívia, claro!), os vincos no tapete que nunca mais vão sair, a roupa arrumada como se fosse o jogo do pim pam pum - uma peça em cada gaveta de forma aleatória ( até é divertido andar à procura mas depois cansa!!) e etc, etc, etc, ou outras coisas mais graves!
Mas procurar uma empregada doméstica e avaliar os seus dotes numa pequena entrevista é muito, muito complicado! A saga segue dentro de momentos!
Mitos Online:
Novas Mitologias do Mundo
Na minha ronda pelos blogs descobri este teste no bomba e decidi saber um pouco mais...
O resultado.... sem comentários!
The Big Five Personality Test
Extroverted|||||||||||||| 58%
Introverted |||||||||||| 42%
Friendly |||||||||||||| 52%
Aggressive |||||||||||| 48%
Orderly |||||||||||||||| 68%
Disorderly |||||||||| 32%
Relaxed |||||||||||||| 56%
Emotional||||||||||||44%
Intellectual |||||||||||||||| 62%
Practical |||||||||| 38%
Take Free Big 5 Personality Test


Mitos Online:

6.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Continuo com gripe, envolta em xaropes, comprimidos, kleenex, almofadas, mantas e muita tosse!
Acho que apanhei o virús no computador!
Mitos Online:

5.11.03

Novas Mitologias do Mundo

Ela andava a prometer: dores na garganta, tosse, dores no corpo, constipada. OK, rendi-me!
Mitos Online:

4.11.03

Novas Mitologias do Mundo

OS ANOS DA AVÓ
Os avós já não são como antigamente. Hoje, os avós têm vida própria (ainda bem, claro!), horários só deles, casas deles, férias deles, trabalho deles... etc., etc..
Ainda bem para eles, repito. Mas os netos que eram só deles acabam por ser mais do resto do mundo, do que deles.
Eu guardo recordações fantásticas dos meus avós. Umas melhores do que outras mas muitas. Ensinaram-me muita coisa. Fiz parte da casa deles, dos horários deles, do trabalho deles, das férias deles... enfim da vida deles. Já não lhes posso perguntar se eu era mesmo a neta deles. Mas foi tudo tão importante que acredito que sim.
Hoje a avó faz anos. E ela nem queria muito que os netos lhe fossem dar um beijinho - amanhã é dia de escola!... mas eles vão.
Porque não se pode perder tudo.
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Novas Mitologias do Mundo

AS ROUPAS DA MARIA
...são quase todas cor-de-rosa. Também se encontra o branco. Mas predominam o rosa e as rosas, botõezinhos pequenos, ou rosas já desabrochadas, lindas de vários matizes.
As roupas da Maria são lindas.
E a Maria já é linda concerteza! Aninhada e aconchegada nessas pequenos pedaços de tecido, nessas lãs fofas e coloridas vai ficar ainda mais bonita.
Apenas senti a falta do cheiro da Maria nessas roupas. Porque ela ainda não as pode vestir.
Quando isso acontecer vai ser a melhor colecção Outono/Inverno deste ano!

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Novas Mitologias do Mundo
PARA QUE CONSTE
mitómano - aquele que padece de mitomania.
mitomania - 1 tendência patológica para a mentira;
2 mania de certos indivíduos arquitectarem seres e histórias fantásticas em que eles próprios acreditam.
in Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora.

Vem isto a propósito de algumas dúvidas,em relação ao meu nome, levantadas por esta amiga e podes estar descansada: a definição que melhor se me aplica é a nº2, ou seja padeço de uma mania terrível: acreditar, apesar de todos os contratempos, em coisas impossíveis.
Diria que sou um pouco optimista, portanto...força!
Mitos Online:

3.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Ainda Dogville
A polémica em torno do filme Dogville interessa-me. Levanta o problema: o que pode a ficcão fazer em detrimento da realidade fazendo com que ambas se confundam?
Lembro-me de um filme - falamos de filmes?! - "Natural born killers" e da polémica então suscitada. Muito parecida com a que Dogville levanta.
E tal como antes assalta-me a questão fulcral (ou questões): O mal que pode fazer "os maus não serem castigados no final" ou "os mafiosos fazerem o papel de juízes e decidirem fazer justiça pelas própias mãos, ou ainda "acharmos a vingativa com razão" a quem vê o filme?
O mal estã no MEDO que essas reacções provocam. É não é? Mas principalmente porque hoje em dia é cada vez mais difí­cil distinguir a ficção da realidade. O meu caro professor acha inaceitável o final do filme e não gosta da mensagem implícita, exactamente porque há quem afirme, depois de ver o filme, que "é bem feito!". Tem uma opinião ambivalente em relação ao mesmo. Ainda bem!
Vivemos em democracia e temos liberdade de expressão. Não consigo fazer analogias do final do filme com genocídios ou extermínios, sejam eles quais forem, desde que sejam do mundo real. Que há muitos. Antes e agora.
O plateau onde Lars von Trier colocou as suas personagens - embora se saiba que é algures nas Montanhas Rochosas, na América da Depressão - serve essencialmente para não nos deixarmos levar para outras paragens conhecidas ou semelhantes ou análogas. O despojo do cenário enriquece essa exclusividade. Aquela história passa-se ali, e é uma ficcão. Não é o mundo real. Não é um noticiário da TVI.
O medo de que se compare essa FICÇÃO com realidades demasiado óbvias e depois se possa pensar que "é bem feito" um desfecho idêntico para situações "alegadamente" parecidas é o maior problema. Porque não é por ser aceitável ou não esse final. O von Trier deu-lhe esse e o filme é dele, paciência (que pena não ser meu????). O problema é haver muitas pessoas que acham que para situações daquelas "é bem feito" haver finais daqueles porque "estavam a merecê-las".
Eu compreendo esse medo que apenas vem corroborar a minha opinião inicial - que vivemos numa Dogvilazinha e não gostamos de nos ver ao espelho- e por isso mesmo recomendo o filme para que se pense cada vez mais no que temos que fazer - nem dar a outra face todo o tempo até rebentar e chegar ao extermínio como Grace - para contrariar a mesquinhez, a arrogância e a estupidez humana. A minha. A vossa. A de todos. Antes que alguém pense que aquilo não é uma ficção mas sim um Tratado para resolver problemas de í­ndole étnica/racial/económica/sócio/religiosa ou outros que tais.
É que eu acredito mesmo no ser humano. Na sua capacidade de aprendizagem, na sua generosidade, na sua tolerância e no amor pelo próximo.
Apesar da História me estar sempre a contrariar!Eu ainda acredito...

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Novas Mitologias do Mundo
DOGVILLE - ou a cidade de cão que há em nós
"O filme é uma condenação daquela humanidade, porque não admite que aquelas maldades estejam presentes, de maior ou menor forma, em todas as pessoas. O que, por exemplo, em Nelson Rodrigues - que em certa medida aborda temas parecidos - é compreensão da ambiguidade e das sombras que habitam, involuntária e inconscientemente, as cabeças das pessoas, no caso de von Trier é apenas a maldade dos outros - no caso, especialmente, dos americanos. Suponho que o filme agrada a muitas pessoas porque não há nada mais confortável do que esta condenação da maldade dos outros (esses filhos-da-puta, na expressão popular). O filme não sugere, nem sequer permite, que o espectador jamais se coloque do ponto de vista dos maus."
Esta é apenas uma pequena parte de um texto que o Ivan dedicou a Dogville, um filme que ele acha repugnante e ao qual atribui - em boa verdade com muita imaginação! - alguns adjectivos com os quais não concordo nada.
Que o filme é perturbador, é verdade. Que o filme sugira que "o espectador jamais se coloque do ponto de vista dos maus" não o é de todo ! Ele é exactamente perturbante por isso, porque nos põe a todos frente a um espelho onde nos vemos - todos, todos, americanos também - despidos, com a nossa mesquinhez, estupidez e falsos moralismos a sobressaírem.
Se quer reflectir sobre isso, Ivan, faça o favor! E talvez descubra porque Dogville o incomodou tanto! Às vezes detestamos ver-nos ao espelho, não é?
Mitos Online:

2.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Saudade é um cais de boa esperança.
Sente-se com dor e desejo.
É um fado, uma lágrima, um livro.
Dela fazem-se boas recordações que se guardam no peito.
Mitos Online:

1.11.03

Novas Mitologias do Mundo
Há gajos que são uma grande seca!!!!!!
Mitos Online:

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